Jornal Ação de Barão/RS.


25/06/2026 às 17:19 // Informações.
Com a chegada oficial do inverno, a queda nas temperaturas e a permanência por mais tempo em ambientes fechados aumentam a circulação de vírus respiratórios, como influenza, covid-19 e outros agentes causadores de síndromes gripais. O período exige atenção especial com crianças, pessoas idosas, gestantes, imunossuprimidos e pacientes com doenças crônicas.
A clínica geral Ingrid Rodrigues, da Hapvida, destaca que a vacinação segue como uma das principais formas de prevenção contra casos graves de gripe e covid-19. Segundo ela, medidas simples de rotina também ajudam a reduzir a transmissão, como higienizar as mãos com frequência, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e utilizar máscara na presença de sintomas respiratórios.
“A vacinação contra a gripe e a covid-19 é disponibilizada pelo SUS e continua sendo a principal forma de prevenção contra casos graves dessas doenças. Além disso, medidas simples do dia a dia, como higienizar as mãos com frequência, evitar compartilhar objetos pessoais e utilizar máscara ao apresentar sintomas respiratórios, ajudam a reduzir significativamente o risco de transmissão”, orienta a médica.
Conforme o material enviado pela Hapvida, dados históricos do Ministério da Saúde indicam aumento das doenças respiratórias no Sul durante os meses frios. A médica explica que vírus respiratórios são transmitidos por gotículas e aerossóis liberados durante a fala, tosse ou espirro. Em ambientes com pouca ventilação, essas partículas permanecem suspensas por mais tempo, ampliando as chances de contágio.
Mesmo nos dias de baixas temperaturas, manter a circulação de ar nos ambientes segue como uma medida importante. Abrir parcialmente as janelas, alternar a ventilação entre os cômodos e utilizar aquecedores ou ar-condicionado para manter o conforto térmico são alternativas para renovar o ar sem expor as pessoas ao frio intenso.
Os grupos mais vulneráveis devem redobrar os cuidados durante o inverno. Crianças menores de cinco anos, pessoas acima de 65 anos, gestantes, fumantes, imunossuprimidos e pacientes com doenças crônicas têm maior risco de complicações em infecções respiratórias.
“Sintomas que persistem ou não melhoram com medicamentos simples merecem avaliação médica. Já sinais como falta de ar, dor no peito, dificuldade para respirar e febre alta persistente exigem atendimento imediato”, alerta Ingrid Rodrigues.
Em locais de trabalho, escolas, transporte público e encontros familiares, a prevenção depende de hábitos constantes. Higienizar as mãos após contato com superfícies compartilhadas, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar objetos de uso coletivo e manter os ambientes ventilados são medidas que ajudam a proteger a comunidade.
A telemedicina também pode auxiliar pessoas com sintomas leves, pois permite orientação médica por vídeo, pelo computador, tablet ou celular, sem deslocamento até uma unidade de saúde. A medida reduz a exposição a outros vírus e evita a circulação desnecessária em locais com grande fluxo de pessoas.
A modalidade, entretanto, não substitui o atendimento presencial em situações de maior gravidade. Casos com falta de ar, dor no peito, dificuldade para respirar, febre persistente ou outros sinais de alerta devem ser avaliados presencialmente para garantir diagnóstico adequado e tratamento seguro.
Imagem: Divulgação / Hapvida
Fonte: Hapvida, com orientação médica da clínica geral Ingrid Rodrigues.
Texto: Rita Santos para o Jornal Ação.

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